domingo, 22 de fevereiro de 2015

INVESTIMENTOS

INVESTIMENTOS   

1)    TESOURO DIRETO

São títulos públicos emitidos pelo governo federal, ativos de renda fixa, ou seja, seu rendimento numa data futura pode ser calculado no momento do investimento, diferente dos ativos de renda variável (como ações) cujo retorno depende de diversos fatores, como por ex.: crescimento econômico, ganhos de eficiência das empresas de capitais, diminuição de custos, aumento do consumo. Etc. Devido a menor volatilidade dos ativos de renda fixa frente aos de renda variável, esse tipo de investimento é considerado conservador, ou seja, envolve menor risco operacional.

O investidor no instante da compra deverá escolher, entre os títulos ofertados, aqueles que estejam dentro do seu perfil de investimento, depois de considerar suas expectativas de curto, médio e longo prazo.

2)    CDB (TAXA SELIC, CDI)

Quem tem conta em banco certamente já deve ter ouvido falar dos CDBs e até que eles são uma boa opção de investimento. O que poucos sabem, no entanto, é o que são esses certificados de depósito bancário.

Os CDBs são uma espécie de títulos privados, assim como as debêntures. A principal diferença é que os CDBs são emitidos exclusivamente pelos bancos, enquanto as debêntures podem ser emitidas pelas demais empresas. Além disso, o investimento em CDB é garantido pelo FGC até R$ 250 mil.

O objetivo deste artigo é explicar melhor essa aplicação, entender as vantagens para você e para o banco, explicar a diferença entre CDB pré ou pós-fixado, como funciona a negociação, falar sobre os riscos e tributação e dar algumas dicas sobre este investimento.

O que é CDB?

O significado da sigla é Certificado de Depósitos Bancários. Para entender o que isso significa, é preciso entender a principal (e mais lucrativa) atividade de um banco: pegar dinheiro emprestado para emprestar.

Os bancos podem emprestar boa parte do dinheiro que depositamos à vista ou a prazo. Depósito à vista é o montante que deixamos em nossa conta corrente. Existe uma limitação para o banco emprestar esse dinheiro, mas, em compensação, ele não nos remunera por isso. Já nos depósitos a prazo (CDBs), cedemos determinado montante para o banco pode um prazo previamente acordado e ele nos devolve esse montante acrescido de uma taxa de juros (pré ou pós fixada, assim como no Tesouro Direto). É assim que funciona um CDB.

CDB pré ou pós?
O raciocínio entre optar por um CDB prefixado ou pós fixado é o mesmo utilizado em relação aos títulos públicos. Ao investir num CDB prefixado, você acorda com o banco uma taxa fixa (12% a.a., por exemplo) para rentabilizar a aplicação. Já num CDB pós-fixado, a negociação é em cima de um indexador (95% do CDI, por exemplo).

Os CDBs prefixados têm comportamento parecido com as Letras do Tesouro Nacional (LTN), enquanto os CDBs pós-fixados se parecem mais com as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), que é indexada à Selic. Como o CDI é bem próximo da Selic, uma LFT rende o equivalente a um CDB atrelado a 100% do CDI.

Como funciona a negociação?

Diferentemente do Tesouro Direto, onde as taxas de negociação são pré-estabelecidas, as taxas para os CDBs podem ser negociadas com o banco, que obedecem a lei da oferta e da procura. Apesar de alguns gerentes afirmarem que as taxas são predefinidas, existe sim uma margem para negociação, sobretudo para valores maiores.
A sugestão é utilizar as taxas oferecidas pelo Tesouro Direto como base para negociação. Para os CDBs prefixados, utilize a rentabilidade e prazo das LTNs oferecidas. Para os CDBs pós-fixados, procurem se aproximar o máximo possível de 100% do CDI.

Riscos

O principal risco de um CDB é o banco quebrar ou não honrar com o compromisso feito. A grande vantagem, no entanto, é que o investimento em CDB é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito, até o limite de R$ 250 mil (por CPF e por instituição financeira).

Essa vantagem permite que você invista muito mais de R$ 250 mil, contanto que divida entre várias instituições bancárias. Outra opção é investir uma parte em seu nome, outra parte em nome da(o) sua(seu) esposa(o), e assim por diante.

Fonte: Quero Ficar Rico

3) Ações

Ações é uma modalidade de investimentos de renda variável, representa numericamente o menor valor de uma fração de determinada empresa. O Investidor ganha tanto com o aumento do preço das ações no mercado como com o ganho de dividendos que são parcelas dos lucros distribuídos pela empresa aos acionistas, no mercado acionário brasileiro o mínimo é 25% do lucro.

COMO INVESTIR NA BOLSA

1)    Defina um Objetivo:

Tenha uma meta direta e clara sobre qual é seu objetivo no curto, médio e longo prazo. Ações de maneira geral são indicadas  apenas para investimentos de médio e longo prazo.

2)    Formas de Investir

Compra direta de ações:

Você escolhe as ações que deseja comprar e transmite a ordem para a corretora. Comprar ações significa ter “pedaços” de uma empresa e se tornar sócio dela.

Você não divide os riscos do seu investimento, mas também não divide os ganhos;


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